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quinta-feira, 10 de abril de 2008

Vamo cagá no maiô?

Leiam essa matéria da Anna Veronica Mautner.

Adorei uhauhauhauhua



O ônibus é a praia do povo

[...] NA FALTA DE TEMPO PARA IR À PRAIA, AO CLUBE E AO SHOPPING, AS MULHERES DA CLASSE TRABALHADORA USAM O ESPAÇO PÚBLICO DA URBE PARA PAQUERAR


Há alguns anos, eu me pergunto o porquê dessa onda de usar roupas apertadas, seguramente de numeração menor do que o corpo que vestem. A moda "pegou" especialmente entre as mulheres das classes menos favorecidas, ditas trabalhadoras. Conforme se sobe na escala social, a numeração vai aumentando. Mas isso seria assunto de sociólogo.
Quer confirmar? Basta olhar em volta, no metrô ou à espera dele, no ônibus ou à espera dele, para encontrar mulheres que não se inibem em mostrar os recortes de seu corpo e até das partes... como as chamaremos? Depois, é só olhar a roupa dos ricos, estampada nas revistas, na televisão: as supostas formadoras de opinião se vestem diferente.
Dizer que as roupas baratas não são feitas em números grandes não é verdade -ou, pelo menos, não justifica. Mesmo porque as mulheres magras, do povo, também se esmeram em usar roupas agarradas. Não é questão de tamanho nem de preço. Creio que é de classe social. O confeccionista faz o que tem mais saída.
Não estou discutindo se cavalo curto, entrando pelas reentrâncias, é bonito ou feio, se agrada ou não agrada, se é sexy ou não. Uma coisa é certa: cavalo curto, com camiseta curta e apertada, apela para o erótico e deve atender a algum apelo de diferenciação de gênero. Atribuo seu sucesso a Eros.
Não digo que as classes A, AA ou AAA não usem cós baixo, deixando entrever as roupas íntimas, mas a ocorrência é menor e, em geral, restrita a adolescentes que arriscam. Com o aumento da idade, a exibição é amenizada.
O que me intriga é o seguinte: dizem que as mulheres da classe trabalhadora almejam ter acesso ao universo das "madames"; mas, no que se refere ao cavalo curto e ao tamanho das roupas, observamos uma completa autonomia entre as duas classes de mulheres.
Quem me lê pode supor que estou criticando, mas não é nada disso. Escrevo para expressar a minha admiração em relação à saúde e ao orgulho com que certas mulheres menos complicadas e sofisticadas assumem seu lado erótico.
Justamente pensando nisso, ocorre-me uma idéia. Espremida entre o trabalho e todas as tarefas caseiras que lhe cabem, a mulher trabalhadora, a mulher operária, encontra no espaço da locomoção pública o lugar onde "vê e é vista". Aí ela se compara e pode viver sua sensualidade e seu erotismo.
As colunas sociais e de fofocas estão repletas de endereços onde as mulheres que não tomam condução, pois têm automóvel à sua disposição, vão para "ver e serem vistas". Os clubes esportivos e sociais, os teatros, os restaurantes, o campo e a praia constituem o espaço da paquera dos que têm acesso a esses lugares.
Na falta de tempo para freqüentar praia, clube e shopping, as mulheres da classe trabalhadora encontraram uma saída criativa. Não sendo vergonha nenhuma ser mulher e querer agradar, usam o espaço público da urbe para paquerar -ele se presta muito bem a isso. É verdade que são horas e horas de possível desconforto, mas "vendo e sendo vistas". E, para tanto, a roupa que mostra sem desvelar é o ideal, já que o biquíni na cidade é impossível.
Parabéns ao instinto de vida!


Fonte: www.folha.com.br

domingo, 23 de março de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

When we are alone....

Using your mind
Imagine our skin
Joined at the hip
Joined from within
By using your eyes
You're freezing my frame
Watching our clothes burst into flames

(Undress me now, you know how)
Using your eyes now
(Undress me now, you know how)

Using your mind
Using your mind

So give me a light
Or give me a drink
Just give me a reason
To feel what I think

(Undress me now, you know how)
Using your eyes now
(Undress me now, you know how)
Using your mind

(Undress me now, you know how)
Using your eyes now
(Undress me now, you know how)
Using your mind
Losing my mind

(Undress me now, you know how)
Using your eyes now
(Undress me now, you know how)
You know how, you know how
You know how, you know how

Folk and history.... That's a nice combination...



Who is?
Josh Rouse, a american indie folk singer which has about 9 cds...
Song: Hollywood bass player

UAU!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Como irritar seus pais

Diga 'muu' quando te chamarem;
Finja q tem amnésia;
Fale com eles de costas;
Corra com uma lâmpada nas mãos dizendo "o sol está morrendo!";
Diga q vestir roupas é contra a sua religião;
Fique na frente deles às 4a.m. com um sorrisão e diga 'bom dia brilho do sol';
Recite um filme inteiro três vezes;
Lute contra si mesmo e se derrote;
Puxe um fio de cabelo de alguém e diga 'DNA';
Vista uma camiseta que diga 'im retarded';
Arrume outro jeito de beber um copo;
Cole seu dedo no nariz com supercola;
Dance tango com seu cão;
Finja ser um índio;
Ponha na testa uma casquinha de sorvete e diga q é um lindo unicórnio;
Fique acendendo e apagando a luz e depois diga 'ah,entendi!';
Coma coisas não comestíveis;
Imite seu cão e siga-o pela casa;
Segure a mão deles e diga 'i see dead people';
Entre no banho e grite 'estou me afogando!';
Tente pôr a cabeça num aquário;
Grite 'mentira' para tudo q eles disserem;
Persiga uma cauda imaginária

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=22231502

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Eu quero sempre mais

A minha vida, eu preciso mudar todo dia
Pra escapar da rotina dos meus desejos por seus beijos
Dos meus sonhos eu procuro acordar e perseguir meus sonhos
Mas a realidade que vem depois não é bem aquela que planejei

Eu quero sempre mais
Eu quero sempre mais
Eu espero sempre mais de ti

Por isso hoje estou tão triste
Porque querer está tão longe de poder
E quem eu quero está tão longe, longe de mim

Longe de mim
Longe de mim
Longe de mim

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Tudo puat vezga


Carla Bruni? Achei que fosse uma boa moça!
Pegou o Nicolas Sarkozy e ainda saiu vesga na foto!
Nada digno.
Fica a dica

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Quando?

Michael Buble que me entenderia num momento desse... hehehehehe

Tell me when will you be mine
Tell me quando quando quando
We can share a love devine
Please don´t make me wait again

When will you say yes to me
Tell me quando quando quando
You mean happiness to me
Oh my lover tell me when

Every moments a day
Every day seems a lifetime
Let me show you the way
To a joy beyond compare

I can´t wait a moment more
Tell me quando quando quando
Say its me that you adore
And then darling tell me when

Every moments a day
Every day seems a lifetime
Let me show you the way
To a joy beyond compare

I can´t wait a moment more
Tell me quando quando quando
Say its me that you adore
And then darling tell me when

Whoa lover tell me when
Oh darling tell me when
Oh come on tell me when
Yea tell me when




quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Paint pra vida!


O bull, conhecido de orkutio, fez um desenho muito bacana meu!

E o cool é que ele fez no Paint.

Já dizia a comunidade: Não ao fotoshop, paint pra vida!

O problema é que eu não respiro no desenho!

Abraços Bull, brigadão!! ^^

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Meu gênero musical é...

Ouvir música em 2007 é uma aventura. Principalmente quando temos uma banda larga e o emule 24h disponível.

Devido esse grande leque de opções, surge a dúvida quando me perguntam:
Qual é seu estilo musical?
Nunca sei o que responder. Afinal, é impossível decifrar os meus gostos.
É como nas festas: Temos mesas de frios, com pães de todos os tamanhos e recheios suculentos, logo vem a entrada, canapés, salgados, assados, opções e mais opções. Nessa brincadeira, servem o jantar, numa mesa esbaldante, com opções simples e deliciosas até as mais requintadas e sem muito sabor. Após tudo isso, a mesa de frutas fica a seu dispor, junto com a mesa de trufas e doces. E você vai embora satisfeito. É difícil decifrar qual o momento da festa que te deixou mais contente. Afinal, estava tudo tão bem preparado, tudo tão agradável e cada comida teve seu momento na festa. Seja doce, salgada, requintada ou simples. Todas brilharam.

Vejo a musica assim: Difícil você se apegar a um gênero musical. Claro, falo isso por mim. Escuto tanta coisa, mais tanta coisa diferente que fico às vezes encabulado de responder que tipo de musica eu escuto. Eu escuto Música. Seja jazz, seja new metal, seja hard rock, seja hardcore, seja folk, seja triphop, seja MPB, seja eletrônica, seja o que for. Escuto música.

Não, não me considero eclético. Existe um ar de mediocridade no termo “eclético”. Dá um ar de “escuta qualquer porcaria” e não é o caso.

Também nada contra tenho a quem prefere se fixar a um estilo único e fazer daquilo sua vida. Mas não concordo. É como se limitar a comer. Ninguém come só doce, ninguém come só salgado. É chato e maçante se limitar. O mundo é muito grande, as culturas são peculiares, por que não aprender com tudo isso?

domingo, 9 de dezembro de 2007

It's A Fine Day

Essa musica me faz lembrar de alguém especial.

Não crio perspectivas erradas, tao pouco me iludo com fantasias apaixonantes. Apenas quero ser feliz. Apenas quero ter a fine day. I wish that's with you. ^^

sábado, 8 de dezembro de 2007

Kiss Me

Kiss me out of the bearded barley.
Nightly, beside the green, green grass.
Swing, swing, swing the spinning step.
You wear those shoes and I will wear  that dress.
 
Oh, kiss me beneath the milky twilight.
Lead me out on the moonlit floor.
Lift your open hand.
Strike up the band and make the fireflies dance,
silver moon's sparkling.
So kiss me.
 
Kiss me down by the broken tree house.
Swing me high upon its hanging tire.
Bring, bring, bring your flowered hat.
We'll take the trail marked on your father's map.





Eu quero ter um momento Kiss Me. Fica a dica!


Banda Sixpense None the Richer