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domingo, 25 de maio de 2008

Uma vida doce e amarga no final

Errou, Brasil!



Por que você às vezes
Se faz de ruim?
Tenta me convencer
Que não mereço viver
Que não presto, enfim

Saio em segredo
Você nem vai notar
E assim sem despedida
Saio de sua vida
Tão espetacular

E ao chegar lá fora
Direi que fui embora
E que o mundo já pode se acabar
Pois tudo mais que existe
Só faz lembrar que o triste
Está em todo lugar

E quando acordo cedo
De uma noite sem sal
Sinto o gosto azedo
De uma vida doce
E amarga no final

Saio sem alarde
Sei que já vou tarde
Não tenho pressa
Nada a me esperar
Nenhuma novidade
As ruas da cidade
O mesmo velho mar

sábado, 24 de maio de 2008

Eu sou o que vocês são

Eu não vou mudar não
Eu vou ficar são
Mesmo se for só
não vou ceder
Deus vai dar aval sim,
o mal vai ter fim
e no final assim calado
eu sei que vou ser coroado rei de mim.




É o mundo que anda hostil
O mundo todo é hostil

Não vão embora daqui
Eu sou o que vocês são
Não solta da minha mão
Não solta da minha mão

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

As estradas íngremes da vida

Nunca pensei que fosse chorar tanto por perder algo.

Agora eu vejo o que é estar no fundo do poço. E isso dói, isso machuca, isso transtorna.

Tudo começou com um dialogo mal formado em meados de janeiro, quando pergunto sobre a minha ematricula. "Tá tudo certo, vou dar um jeito e tudo e tal"... Ok... O jeito que recebi? Ficar sem estudar.

O que me dói e me angustia mais é saber que não é só não estudar. Eu não tenho mais emprego devido minha faculdade. Não tenho mais chances de estagiar devido minha faculdade. Não tenho perspectiva de concluir meu TGI.

Mas de tudo tiramos uma lição valiosa. Conte apenas com você mesmo.



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Vida

Ah, que vida... menina levada, me puxando pela mão, me levando a caminhos inesperados, às vezes distantes, às vezes tão próximos... às vezes estradas íngremes, às vezes campos floridos...

Um sentimento de perda intenso em meu coração.

Só queria que isso passasse o mais rápido possível, antes que consuma meus ultimos sonhos que restaram...



Ao som de Radiohead

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Même un soir sans te voir

Si tu n'étais pas la
Comment pourrais-je vivre
Je ne connaîtrais pas
Ce bonheur qui m'enivre
Quand je suis dans tes bras
Mon coeur joyeux se livre
Comment pourrais-je vivre
Si tu n'étais pas là

J'ai parfois malgré moi
Des craintes folles
Même un soir sans te voir
Je me désole
Tu reviens et soudain
Plus de tristesse
Car tu sais l'effacer
Dune caresse


Mas vc nem se importa...


quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Each man kills the thing he loves...

Tem uma conversa jogada no ar sobre traição.
Não vejo nada disso como traição. Afinal, quando se joga aos quatro ventos "eu não tenho relacionamento" logo não existe traíção.
Fico triste e magoado dessa histórinha vir a tona de formas banais. Me arrependo por não ter mencionado sobre ela antes, afinal, eu não tinha o que temer. Mas eu apenas decidi evitar um climão desenecessário. É, infelizmente eu não havia percebido o quão necessário era esse climão.
O triste dessa minha decisão foi ter sido reprovado no teste.
Triste e decepcionante.
Mas como diz em Querele, each man kills the thing he loves...

Aprendi com Querele que:

Each man kills the thing he loves...